Bike, Bicicletas, empreendedorismo

Estratégias para aproveitar o crescimento da venda de bicicletas elétricas

Aliança Bike entrevista CEO da Two Dogs, Marcos Fortuna

Em nova matéria da Aliança Bike, Marcos Fortuna conta suas perspectivas sobre o mercado, seus desafios e estratégias para aproveitar o crescimento da venda de bicicletas elétricas.

As expectativas para as vendas de bikes elétricas são ótimas, apesar dos desafios. Como resultado da pandemia, surgiram estratégias para aproveitar o crescimento de venda de bicicletas elétricas e, com isso, espera-se que o aumento no volume de vendas chegue próximo aos 34% em relação ao ano passado.

As empresas esperam que as pessoas passem a buscar ainda mais a bicicleta como uma opção real de mobilidade nas cidades. Nesse contexto, o aumento no preço dos combustíveis pode ser um aditivo para o aumento do uso da bicicleta para a mobilidade urbana.

Desafios com importação e estratégias da Two Dogs

Os desafios foram semelhantes em todo o setor. Como por exemplo, as importações passaram por atrasos com a pandemia e, com isso, garantir produtos e peças passou a ser uma dificuldade.

Uma das maiores dificuldades da Two Dogs durante a pandemia foram as quebras na cadeia de fornecimento. Isso aconteceu porque as mercadorias de importação chegavam ao estoque e em pouco tempo a empresa vendia grande parte.

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Maior fábrica de bikes do mundo, a Giant, não está dando conta da demanda. Apesar dos desafios, existem estratégias para aproveitar o crescimento da venda de bicicletas elétricas.
Maior fábrica de bikes do mundo, a Giant, não está dando conta da demanda — Foto: An Rong Xu/The New York Times — Por Raymond Zhong – c. 2020 New York Times News Service em Matéria da Exame

Marcos Fortuna, CEO da empresa, levanta ainda um outro fator que aumentou o desafio nas operações. Em outras palavras, a Two Dogs sempre usou capital próprio e passou a contar com apoio bancário para financiamento de capital giro somente em 2020. Uma alavancagem que está hoje em cerca de 20%.

Essa injeção de dinheiro ajuda, mas o retorno do investimento acaba se alongando bastante. Em tempos pré-pandemia, a realização do retorno demorava em média 10 meses. Agora, por exemplo, esse tempo aumentou para 14 meses, sem levar em consideração os atrasos para a chegada de mercadorias.

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A concentração de fornecedores continuará a ser um problema. Como resultado disso, o desafio para quem opera no mercado brasileiro é descobrir uma cadeia de suprimento nacional que possa ser uma alternativa à dependência asiática.

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Este é um resumo do texto de João Lacerda. Encontre a matéria original no site da Aliança Bike.

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